destaques

Notícias do blog

15/3/2013

O fluxo global de turistas para o ‘Destino Paraíba’ registrou um aumento de 6,07% em janeiro e fevereiro de 2013 em comparação ao mesmo período do ano passado. É o que revela pesquisa mensal do Setor de Estatística da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur) divulgada nesta quinta-feira (14). Os hotéis, pousadas e albergues de todo o Estado registraram um total de 304.496 visitantes/turistas contra 287.041 do ano anterior. Outro detalhe apontado pela pesquisa mensal da PBTur junto aos meios de hospedagem de todo o Estado, é que 46% do fluxo de turistas provém das regiões Sul/Sudeste. Vale destacar que este percentual é 10% superior sobre igual período anterior. São Paulo é o maior emissor com 22,33%; seguidos de Pernambuco com 16,24% e Distrito Federal com 10,40%. Entre os 10 maiores emissores, sobressai-se o significativo aumento, em números absolutos de 111%, do estado do Paraná. Ocupando a décima posição com 3,44% dos hóspedes. Mais leitos – O levantamento mensal também mostra que o perfil do turista que visita o ‘Destino Paraíba’ é de profissionais liberais com 29% dos hóspedes. O principal motivo da viagem é o turismo de lazer com 71% e o meio de transporte mais utilizado, é o automóvel, com 51%. A presidente da PBTur, Ruth Avelino, acredita que a capital paraibana deverá implementar a oferta de leitos com a inauguração de mais hotéis e outros meios de hospedagens previstos para ocorrer ainda neste primeiro semestre. No final de janeiro foi inaugurado o Hotel Atlântico Cabo Branco na praia do mesmo nome. O novo meio de hospedagem dispõe de 96 leitos destinados ao público Classe ‘A’. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis na Paraíba, José Inácio Júnior, informa que deverão ser inaugurados mais dois novos empreendimentos hoteleiros. “O setor está acompanhando o bom momento do turismo paraibano, gerado a partir das parcerias firmadas entre o poder público e a iniciativa privada na divulgação do destino”, declarou. João Pessoa - A Taxa de Ocupação Hoteleira de João Pessoa registrou 69,07% de ocupação em fevereiro, índice 2,37% superior a fevereiro de 2012. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, a ocupação foi superior em 2,22% a igual período do ano anterior. O Fluxo Global Estimado para João Pessoa apresentou performance de 3,29%. Foram 86.179 visitantes em fevereiro do corrente ano contra 83.430 do ano passado. No acumulado do ano, o crescimento do fluxo global foi de 6,07%, ou seja, 214.449 visitantes, face a 202.182 do período passado. Informações da Imprensa Agenilson Santana
Coord. de Comunicação
Empresa Paraibana de Turismo PBTUR S/A

3/12/2012

A Sinagoga Kahal Zur Israel (ou Congregação Rochedo de Israel) representa um dos marcos mais importantes da presença judaica no Brasil-colônia. Ela está localizada na atual Rua do Bom Jesus, chamada antigamente de Rua dos Judeus, no bairro do Recife, e representou (de 1636 a 1654) a primeira sinagoga oficial dos judeus que habitaram as Américas. A frente da sinagoga ficava na Rua dos Judeus (Bockestraet) e, anexas, funcionavam duas escolas religiosas (Talmud Torah eEtz Hayim). Após a expulsão dos holandeses, aquela rua passou a ser conhecida como Rua da Cruz, e os prédios do antigo templo e das escolas religiosas receberam o número 26. Somente a partir de 1879, porém, o logradouro vem a ter o nome atual: Rua do Bom Jesus (Kaufman, 2000). Esse nome marcou o retorno do predomínio colonial português.No início da colonização, bem longe dos autos-de-fé, os lusos interpretavam com um pouco mais liberalidade as severas leis religiosas presentes em Portugal. Sendo perseguidos pelos inquisidores em Portugal e Espanha, os cristãos-novos se refugiavam na América Lusitana, onde o fanatismo religioso era menor, tanto pelo relaxamento dos costumes, como pela necessidade de proteger a colonização. Apesar dessa liberalidade relativa, contudo, a Inquisição não seguia um traçado retilíneo, apresentando sempre marchas e contra-marchas. Desse modo, jamais deixou de estender seus olhos e garras à colônia hebraica brasileira, tendo enviado mais de 500 pessoas a Portugal (Moura, 2002). Os judeus não convertidos ao catolicismo tinham os seus bens confiscados e/ou recebiam a condenação à morte na fogueira, por traição, heresia, bruxaria, ou por impureza de sangue. Na Bahia e em Pernambuco, nesse sentido, em 1591 e 1618, ocorreram duas visitações do Tribunal do Santo Ofício. É importante lembrar que muitos colonizadores lusos que vieram para o Brasil no início do século XVI, ou seja, inúmeros degredados portugueses, eram, simplesmente, cristãos-novos ou marranos (os judeus que eram convertidos à força ao catolicismo, mas que praticavam a religião mosaica às escondidas), expulsos de Portugal. Os ofícios e as ocupações exercidos pelos emigrantes judeus e recém convertidos, segundo Gonçalves de Mello (1979), se apresentavam bem variados: eles eram médicos, advogados, calígrafos, músicos, ourives, ceramistas, intérpretes oficiais, tradutores, donos de engenho, atores, carregadores de navios, compradores de negros escravos, comerciantes de tecidos, roupa, açúcar, alimentos, vinho, madeira, entre outros. Não podendo recusar trabalhadores, devido à sua escassez, os donatários estenderam às pessoas de origem judaica, inclusive, os favores concedidos às demais, tendo um dos donatários, Duarte Coelho, contratado com hebreus laboriosos a montagem de engenhos de açúcar em Pernambuco, onde eles se dedicaram ao cultivo da cana-de-açúcar e à produção e exportação do açúcar. Logo, há que se admitir a influência judaico-marrana na formação histórica do povo brasileiro.
Devido à tolerância religiosa dos holandeses, frente à prática da lei mosaica, uma parte seleta de judeus/europeus veio se estabelecer no Brasil. A Sinagoga Kahal Zur Israel, portanto, só floresceu durante o período do domínio flamengo em Pernambuco: de 1630 a 1654. A formação inicial do templo contou com 180 associados, representados pelos pais das famílias judias residentes no Recife. A comunidade judaica se reunia, antes dessa época, na sinagoga Maguen Abraham (Escudo de Abraham), na antiga ilha de Antônio Vaz, depois Maurícia (por não haver sido construída, ainda, a ponte que ligava Maurícia ao Recife), e em pequenas congregações existentes em Itamaracá e na Paraíba. Infelizmente, até hoje não se sabe aonde funcionou tal sinagoga. Os expoentes da sinagoga Kahal Zur Israel foram o rabino e primeiro escritor judeu das Américas, Isaac Aboab da Fonseca; ochacham (sábio) Moisés Raphael Aguilar; o rubi (professor de escola primária) Samuel Frazão; o bodek (magarefe do abate ritual judaico) Benjamin Levy; e o shamash (bedel) Isaac Nahamias. Vale registrar que Isaac Aboab da Fonseca nasceu cristão-novo, em 1605, por força do batismo de seus pais. Para professar livremente a religião mosaica, a sua família emigrou para Amsterdã, onde Isaac se tornou rabino. Ele veio para o Recife em 1642, a convite da comunidade judaica pernambucana, ganhando um salário de 1.600 florins, acompanhado pelochazan (cantor litúrgico da sinagoga) Moisés Rafael de Aguillar. Antes de 1636, a comunidade judaica utilizava a casa de David Sênior Coronel, na Rua dos Judeus, como sinagoga. Com a expulsão dos holandeses, as sinagogas foram fechadas e o seguimento das leis mosaicas foi proibido, terminantemente. Restou aos judeus, então, uma única alternativa para manter a identidade religiosa: a realização das suas cerimônias dentro das próprias casas. E, para garantir a segurança e a própria vida, a conversão ao catolicismo se afigurava como a melhor saída. A esse respeito, vale destacar a trajetória de Izaque de Castro, um judeu/holandês que sai de Amsterdam, no século XVII, e vem se estabelecer no Recife. Acusado de judaizar é transportado em ferros para Lisboa. Sem jamais desistir de professar a religião mosaica (repetindo sempre que tinha uma boa crença e não podia apartar-se das leis de Moisés), Izaque de Castro, aos vinte e um anos, recebe a sentença condenatória máxima do Tribunal do Santo Ofício: a de ser queimado vivo em uma fogueira. Em 1656, o prédio da sinagoga Kahal Zur Israel é doado ao insurreto João Fernandes Vieira. Por sua vez, em 1679, ele e a esposa doam o imóvel aos padres da Congregação do Oratório de Santo Amaro. Na Rua do Bom Jesus, até bem recentemente, funcionava no referido prédio uma casa comercial de material elétrico.
Apesar de a sinagoga Kahal Zur Israel ter ficado escondida sob muitos pisos durante séculos, as pesquisas do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano e, em particular, as do historiador José Antônio Gonsalves de Mello, asseguraram a existência do templo. Por outro lado, os estudos cartográficos e documentais, feitos pelo arquiteto José Luiz da Mota Menezes, apontaram o lugar exato para o início das escavações arqueológicas. Em 1997, nesse sentido, o Ministério da Cultura em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) desenvolve o Programa Monumenta: um trabalho arqueológico visando a restaurar e preservar o centro histórico do Recife. Inserida nesse Programa, incluía-se a escavação e recuperação da sinagoga Kahal Zur Israel, cujas ruínas e vestígios deviam estar sob algum piso, em um determinado prédio da Rua do Bom Jesus. Mediante os esforços de várias entidades, foi firmado um acordo entre o Ministério da Cultura, a Prefeitura do Recife, a Federação Israelita de Pernambuco, a Confederação Israelita do Brasil e a Fundação Cultural Safra. Vale ressaltar, contudo, que essa Fundação financiou as pesquisas e as obras de restauração da sinagoga. Para se ter conseguido localizar (bem como determinar) as dependências do primeiro templo judaico do hemisfério ocidental, foi preciso remover 750 toneladas de terra e mais de 1000 metros quadrados de reboco. Ao longo dos séculos, os alicerces do prédio haviam sofrido várias modificações, em decorrência dos vários aterros empreendidos para o assentamento da cidade do Recife. Através das escavações verificou-se a existência de 8 níveis distintos de piso, e as obras de restauração ficaram sob a responsabilidade do arquiteto José Luiz da Mota Menezes. Somente em dezembro de 2001 a sinagoga pôde ser aberta ao público. Os móveis do templo, por sua vez, foram desenhados com base em pesquisas realizadas em algumas sinagogas holandesas do século XVII. A disposição do mobiliário na sala foi feita, também, mediante o mesmo procedimento acadêmico. Durante as escavações, encontrou-se um precioso material arqueológico: muitos fragmentos de cachimbos holandeses, um pedaço de louça com a menorah, o candelabro judaico de sete pontas, e algumas faianças, louças de barro esmaltado trazidas pelos colonizadores portugueses. No piso térreo da sinagoga, as pessoas podem apreciar exposições permanentes sobre a cultura judaica e a história da comunidade hebréia em Pernambuco, conhecer como as escavações arqueológicas foram empreendidas, observar o piso original holandês, as várias camadas das paredes, e a muralha de contenção do rio Beberibe. É no térreo que se encontra, ainda, um dos alicerces mais relevantes do templo: o Micvê.
Tal buraco feito de pedras sobre pedras, sem a presença de argamassa, medindo 0,70 m de diâmetro por 1,70m de profundidade, representou a maior de todas as descobertas. Sem essa espécie de banheira, que foi alimentada, no século XVII, por um lençol freático de água límpida e fluente, os judeus não teriam a oportunidade de se purificar diante de Deus em diversas situações. O Micvê foi examinado por um Conselho Rabínico, composto por rabinos do Brasil e da Argentina, e somente após uma rigorosa inspeção ficou comprovada a sua autenticidade, dentro das medidas especificadas nas escrituras sagradas. Para se ter idéia da importância do Micvê, em uma comunidade judaica, basta dizer que as mulheres só podem ter relações sexuais após o término do período menstrual. Como o fluxo sangüíneo da menstruação é considerado como um elemento impuro, as judias, depois desse período, têm que passar por um determinado ritual de purificação. E este ocorre mediante um banho no Micvê. No segundo piso - a sobreloja - encontra-se um salão de orações. Esse espaço ficou destinado à realização de conferências e seminários sobre a cultura judaica. A disposição, o formato e o material do teto da sinagoga foram frutos de pesquisas efetuadas junto a sinagogas portuguesas e espanholas do século XVII, e em residências holandesas em Pernambuco. Localizado no último piso do templo, o Centro de Documentação congrega as atividades culturais destinadas à preservação da memória judaica, em Pernambuco e no país. O prédio da sinagoga, por ter sido considerado um elemento relevante da memória histórica brasileira, foi inscrito no Livro do Tombo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. A arca que contém a Torah (nome dado à lei mosaica e ao Pentateuco) se encontra em frente ao púlpito e, este, em direção ao nascente. O mezanino é repartido em duas partes. Na primeira (supõe-se), está o lugar de onde as mulheres, sentadas em bancos, acompanhavam as cerimônias religiosas; e, na segunda parte, está presente o Centro de Documentação da Memória Judaica de Pernambuco.

3/12/2012

Últimos vídeos

destaques destaques

Luck Receptivo - INSTITUCIONAL

Os melhores passeios

Cadastre em nossa newsletter

Depoimentos

Gostaria de parabenizar ao serviço da Luck em Natal. Todos os guias e motoristas são muito atenciosos ,educados e pontuais. Quero mandar um grande abraço a Guia Carlucio que fez nosso city tour pela cidade de Natal e o passeio feito em Maracajau! Foi por conta dele que fechamos nossos 6 passeios com a Luck... pena que ele nao pode ir em todos conosco, mas nao desmerecendo os outros guias.

29/11/2012 Aline Streb / Rio de Janeiro

destaques

Frota Luck Receptivo

  • foto
       Frota
  • foto
       Varios ônibus
  • foto
       foto
  • foto
       foto
  • foto
       foto
  • foto
       foto
  • foto
       foto
  • foto
       foto
  • foto
       foto
  • foto
       Vários Veículos

Endereços

  • SALVADOR

    Rua Senador Teotônio Vilela, nº 225, Edificio Cidadela Center III sala 607 e 608.
    Bairro: Parque Bela Vista. Salvador/Bahia.
    CEP: 40.279-435/ CNPJ: 15.090.002/0001-96.
    Telefone/Plantão 24hrs: 55 (71) 3038-7575
    E-mail: sac.ssa@luckreceptivo.com.br
  • NATAL

    Av. Praia de Ponta Negra, 8884. - CEP 59092-100, Natal - RN
    CNPJ: 03.733.910/0001-71
    Fone: (84) 3219.2966 - Fax: (84) 3219.2967
    receptivo-nat@luckreceptivo.com.br
  • PIPA

    Av. Baia dos Golfinhos, 705 Lojas 03 e 07
    Cep: 59178-000
    Pipa/Tibau do Sul RN
  • RECIFE - PE (Reservas e Operações)

    Rua Pintor Lula Cardoso Ayres, 4030 - Ipsep
    Cep: 51200-250 | CNPJ: 06.912.544/0001-06
    Tel: (5581) 3366-6262 | Cel: 55 (5581) 9974-5510
    Aeroporto 24h: 081 3302.3464 / 081 9945.4393
    SAC Fretamento: 0800 8838830
    SAC Portadores de deficiência especiais, auditiva
    ou da fala: 0800 8888845
    luckrec@luckreceptivo.com.br
  • PORTO DE GALINHAS

    Rodovia PE 09-km 6- Ilha dos Bois - Porto de Galinhas - Ipojuca/PE - Brasil - CEP: 55.590-000 - Fone: 081 9122.5385/ 081 99481525
  • FERNANDO DE NORONHA (ATALAIA NORONHA)

    Rua Eurico Cavalcanti de Albuquerque S/N
    Alameda Boldró - Fernando de Noronha/PE
    Fone: (55 81) 3619.1328
    Cep.: 53.990-000
  • MACEIÓ

    Travessa Araújo Bivar, 338 – Pajuçara – Maceió – Alagoas – Brasil.
    CEP.: 57030 - 035 CNPJ: 06.912.544/0001- 06
    Fone: (82) 3337.3171| (82) 3327.9336 | Loja: (82) 3035.3841.
    Celular: (82) 9102.8941 | (82) 9104.6810
    E-mail: luckmcz@luckreceptivo.com.br
    reservasmcz@luckreceptivo.com.br
  • MARAGOGI

    Praça Vicente de Paula, 29 - Carotes - Maragogi - AL
    Fone: (82) 3296 1440
    Celular: (82) 9127.5037 / 9104.6810
    E-mail: reservasmcz@luckreceptivo.com.br
  • CHAPADA DIAMANTINA

    Av. 7 de Setembro, 59 - Centro Lençóis
    Lençóis-Bahia-Brasil CEP: 46.960-970
    CNPJ: 05.445.163/0001-00
    Fone/Fax:(5575) 3334.1925
    Das 8 as 12h e das 18 as 22h.
  • JOÃO PESSOA / PB

    Av. Antonio Lira, 458 , Loja 7, Edf. Luxor Tambaú  Tambaú - João Pessoa/PB - Brasil
    CEP.: 58.039-050 | CNPJ: 00.460.120/0001-71
    Fone/Fax: (83) 3247.1856 / (83) 3219.8815
    E-mail: luckjpa@luckreceptivo.com.br  
  • COSTA DO CONDE / PB

    Lot. Cidade Balneário Novo Rumo, s/n, Lote 01
    Quadra Z-33 , Loja no Mussulo Resort by Mantra
    Conde- PB - Brasil
    CEP: 58.322-000 | CNPJ: 00.460.120/0003-33
    Fone/Fax: (83) 3298-2750 - Ramal 2707 / (83) 9663-8797
    E-mail: luckjpa@luckreceptivo.com.br  

Você e a Luck

foto foto
Todos os direitos reservados © Luck Receptivo
foto foto